domingo, 29 de maio de 2016

Óscar, um robô-guia de arte criado por alunos de exceção



Alunos com insucesso escolar encontram nas tecnologias o desafio de que necessitam para se envolver, para se motivar, para percepcionarem a Escola como algo útil, inovador e capaz de lhes proporcionar respeito, reconhecimento e prazer.

CONGRESSO MUNDIAL DE ESTILOS DE APRENDIZAGEM

CONGRESSO MUNDIAL DE ESTILOS DE APRENDIZAGEM.

4 A 6 DE JULHO DE 2016

Tecnologia portuguesa na reforma da educação mexicana



AINDA HÁ MUITO CAMNHO A FAZER....









Tecnologia portuguesa na reforma da educação mexicana

CURIOSIDADE: Nomofobia é doença relacionada com as novas tecnologias

Nomofobia é doença relacionada com as novas tecnologias

Uso das Tecnologias da Comunicação no Ensino Superior Português

terça-feira, 17 de maio de 2016

As TIC na Educação - AFINAL... OS JOVENS ADEREM OU NÃO ÀS TECNOLOGIAS?

Recurso à tecnologia nas salas de aula prejudica resultados académicos (NOTÍCIA 16 Maio)





Fonte: JORNAL PÚBLICO

Usar a tecnologia na sala de aula exige planeamento





Fonte: Shutterstock







"A tecnologia deve ser usada nas salas de aula a fim de melhorar a experiência do aprendizado dos alunos. Porém, poucos professores percebem que para que esse objetivo seja atingido, não basta apenas indicar aplicativos e ferramentas: é essencial que o docente faça um planeamento de como elas serão usadas. 
A escolha dos momentos das aulas para o uso da tecnologia também é crucial para que o Professor consiga manter a disciplina e o foco dos estudantes no conteúdo, afinal eles precisam entender do que se trata a matéria antes de fazer atividades sobre ela".(leia mais: Usar a tecnologia na sala de aula exige planeamento)

Universia Brasil. 

Professor: como captar a atenção dos estudantes em 2015

Professor: como captar a atenção dos estudantes em 2015



domingo, 15 de maio de 2016

Jovens, Telemóveis e Escola


 Jovens, Telemóveis e Escola

APRENDIZAGEM E TELEMÓVEL



APRENDIZAGEM E O TELEMÓVEL

Sociedade da informação, do conhecimento e da aprendizagem : desafios para educação no século XX Out-2011

Sociedade da informação, do conhecimento e da aprendizagem : desafios para educação no século XX - Artigo Cientifico




RECURSOS DIDÁCTICOS E NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

RECURSOS DIDÁCTICOS E NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO




Fonte:: https://www.google.pt/search?q=RECURSO+DID%C3%81TICOS+E+TECNOLOGIAS+DE+INFORMA%C3%87%C3%83O&rlz=1C1CHWA_pt-PTPT666PT666&espv=2&biw=1242&bih=545&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwj4h8Sv29zMAhVKcRQKHeDcB1YQ_AUIBigB#imgdii=YkbLlGU1ikdHoM%3A%3BYkbLlGU1ikdHoM%3A%3BEKFx1EpYfTtXFM%3A&imgrc=YkbLlGU1ikdHoM%3A

O NOVO ENSINO NO SECULO XXI


SOBRE OS NOVOS MODOS DE FAZER EDUCAÇÃO


"As novas tecnologias e os novos métodos de ensino estão progressivamente a substituir as formas tradicionais de aprendizagem".
Através de alguns exemplos apresentados neste vídeo podemos reflectir sobre as mudanças que algumas escolas têm vindo a realizar depois de repensarem o seu sistema educativo.

Por cá, já mudámos muito, principalmente, mentalidades.....mas há, ainda, muito caminho a fazer! 

Metas de Aprendizagem na área das TIC: Aprender Com Tecnologias

COSTA, Fernando (2010). Metas de Aprendizagem na área das TIC: Aprender Com Tecnologias. in Fernando Costa et al (2010). I Encontro Internacional TIC e Educação. Inovação Curricular com TIC. Lisboa. Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. (931-936)

Metas de Aprendizagem na área das TIC: Aprender Com Tecnologias

domingo, 8 de maio de 2016

PENSAR OS DISPOSITIVOS MÓVEIS NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM

Utilização de dispositivos móveis no ensino e aprendizagem em discussão no 3.º Encontro sobre “Jogos e Mobile-Learning”

Mai 5 • Sem comentários
O evento acontece no dia 7 de maio, no anfiteatro da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra
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mobilelearning
Fotografia: © Lenny Gonzales | Mind/Shift

Numa altura em que os alunos estão motivados para aprender com jogos e atividades interativas, rentabilizando os seus dispositivos móveis, como está a ser utilizada a diversidade de Apps que existem para dispositivos móveis? Que jogos têm sido desenvolvidos para o ensino e a aprendizagem? Que impacto tem tido a “gamificação” no ensino e na aprendizagem?
Estas e outras questões vão ser discutidas, no próximo sábado, dia 7 de maio, no 3.º Encontro sobre “Jogos e Mobile-Learning”, a decorrer na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC), um evento que reúne investigadores, alunos, professores, psicólogos e profissionais de Ciências da Educação.
Durante o encontro vão ser apresentados os quatro jogos desenvolvidos por uma equipa de investigadores da FPCEUC, em colaboração com um programador e um grupo de designers: 1910, Tempoly, Os Maias. Becoming an expert! e Konnecting. O Homem, ser comunicante.
Segundo Ana Amélia Carvalho, investigadora e responsável pela organização do encontro, “é necessário alterar as práticas de ensino. Por isso, nada melhor do que recorrer às tecnologias que os nossos estudantes mais usam. Se os alunos gostam de jogos e levam os dispositivos para a escola, então há que os aproveitar para ensinar e aprender.”
O 3º Encontro sobre “Jogos e Mobile-Learning” inclui conferências e comunicações, bem como workshops para os participantes terem um momento “hands-on”. O programa integral está disponível em ejml2016.fpce.uc.pt.

sábado, 7 de maio de 2016

CONTRASTES: As TIC na Educação







Afinal, estamos na Era Digital!!......


CURIOSIDADES: Telemóvel não entra nesta escola!





Nem sempre as Tecnologias são entendidas.....

Processos de ensino-aprendizagem na Era Digital - Artigo

PROCESSOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA ERA DIGITAL

Distinguindo Nativos Digitais e Imigrantes Digitais



Nativos Digitais, Imigrantes Digitais

        Por Marc Prensky

   De On the Horizon (NCB University Press, Vol. 9 No. 5, Outubro 2001)
                                             © 2001 Marc Presnky


Os alunos de hoje não são os mesmos para os quais o nosso sistema educacional foi criado. Os alunos de hoje não mudaram apenas em termos de avanço em relação aos do passado, nem simplesmente mudaram suas gírias, roupas, enfeites corporais, ou estilos, como aconteceu entre as gerações anteriores. Aconteceu uma grande descontinuidade. Alguém pode até chamá-la de apenas uma “singularidade” – um evento no qual as coisas são tão mudadas que não há volta. Esta então chamada de “singularidade” é a chegada e a rápida difusão da tecnologia digital nas últimas décadas do século XX.
Os alunos de hoje – do maternal à faculdade – representam as primeiras gerações que cresceram com esta nova tecnologia. Eles passaram a vida inteira cercados e usando computadores, vídeo games, tocadores de música digitais, câmeras de vídeo, telefones celulares, e todos os outros brinquedos e ferramentas da era digital. Em média, um aluno graduado atual passou menos de 5.000 horas de sua vida lendo, mas acima de 10.000 horas jogando vídeo games (sem contar as 20.000 horas assistindo à televisão). Os jogos de computadores, e-mail, a Internet, os telefones celulares e as mensagens instantâneas são partes integrais de suas vidas. Agora fica claro que como resultado deste ambiente onipresente e o grande volume de interação com a tecnologia, os alunos de hoje pensam e processam as informações bem diferentes das gerações anteriores. Estas diferenças vão mais longe e mais intensamente do que muitos educadores suspeitam ou percebem. “Tipos distintos de experiências levam à distintas estruturas de pensamento,” diz Dr. Bruce D. Barry da Faculdade de Medicina Baylor. Como veremos posteriormente, é bem provável que as mentes de nossos alunos tenham mudado fisicamente – e sejam diferentes das nossas – sendo resultado de como eles cresceram. Mas se isso é realmente verdade ou não, nós podemos afirmar apenas com certeza que os modelos de pensamento mudaram. Vou mostrar como eles mudaram em um instante. Como deveríamos chamar estes “novos” alunos de hoje? Alguns se referem a eles como N-gen[Net] ou D-gen [Digital]. Porém a denominação mais utilizada que eu encontrei para eles é Nativos Digitais. Nossos estudantes de hoje são todos “falantes nativos” da linguagem digital dos computadores, vídeo games e internet. Então o que faz o resto de nós? Aqueles que não nasceram no mundo digital, mas em alguma época de nossas vidas, ficou fascinado e adotou muitos ou a maioria dos aspectos da nova tecnologia são, e sempre serão comparados a eles, sendo chamados de Imigrantes Digitais.
É importante fazer esta distinção: como os Imigrantes Digitais aprendem – como todos imigrantes, alguns mais do que os outros – a adaptar-se ao ambiente, eles sempre mantêm, em certo grau, seu “sotaque”, que é, seu pé no passado. O “sotaque do imigrante digital” pode ser percebido de diversos modos, como o acesso à internet para a obtenção de informações, ou a leitura de uma manual para um programa ao invés de assumir que o programa nos ensinará como utilizá-lo. Atualmente, os mais velhos foram “socializados” de forma diferente das suas crianças, e estão em um processo de aprendizagem de uma nova linguagem.
Os professores Imigrantes Digitais afirmam que os aprendizes são os mesmos que eles sempre foram, e que os mesmos métodos que funcionaram com os professores quando eles eram estudantes funcionarão com seus alunos agora. Mas esta afirmação não é mais válida. Os alunos de hoje são diferentes.
Então o que deveria acontecer? Os estudantes Nativos Digitais deveriam aprender as velhas formas, ou os educadores Imigrantes Digitais deveriam aprender as novas? Infelizmente, independente de quanto os Imigrantes queiram isso, é bem improvável que os Nativos Digitais regredirão. Em primeiro lugar, isto deve ser impossível – as mentes podem já ser diferentes. Isto insulta tudo o que conhecemos sobre migração cultural. As crianças nascidas em qualquer nova cultura aprendem a nova linguagem facilmente, e resistem com vigor em usar a velha. Os espertos adultos imigrantes aceitam que eles não conhecem seu novo mundo e tiram vantagens de suas crianças a ajudá-los a aprender e integrar-se. Os professores de hoje têm que aprender a se comunicar na língua e estilo de seus estudantes. Isto não significa mudar o significado do que é importante, ou das boas habilidades de pensamento. Se os educadores Imigrantes Digitais querem realmente alcançar os Nativos Digitais – quer dizer, todos seus estudantes – eles terão que mudar!

Marc Prensky              Nativos Digitais Imigrantes Digitais (excerto)       © 2001 Marc Presnky

https://docs.google.com/document/d/1XXFbstvPZIT6Bibw03JSsMmdDknwjNcTYm7j1a0noxY/edit